Desenho / Drawing - uma definição, a definition

" Drawing, broadly defined is the production and extension of lines in space, the creation of meaning by marking surfaces, the creation and fixation of visible paths that record and communicate patterns of temporal-spatial experiences.

In this sense, drawing is the activity and product that makes explicit the interrelationships of flow and form in mental life. It mediates the flux of internal processes and allows the objectification of mental constructs and operations into practical-material as well as perceptual-symbolic entities.

Drawing is, on one hand, the setting of clear boundaries defining symbolic and material entities within a representational field and representational practices, while at the same time stressing the relational nature of all formalizing processes and constructs, of meaning making and communicative processes in general.

To draw is at the same time to establish a limit and to surpass it, it is to define the interrelated positive and negative components of any configuration. To draw is to create a boundary that is also an interface between domains, territories, modes of thinking and corresponding modes of being. To create a line is to produce a vector of thought and action, and in this sense, to mark a boundary is already to cross it, that is: drawing is a trans-formative process; it is the creation of new paths, new relationships, new configurations of knowledge.”

Marcelo Guimarães Lima

(from the presentation of Crossing The Line Conference, Dubai 2011 
http://crossingthelineconference.blogspot.com/2011/07/crossing-line-drawing-in-middle-east.html)

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"O desenho, amplamente definido, é a produção e extensão de linhas no espaço, a criação de significado por marcas em superfícies, a criação e a fixação de percursos visíveis que registram e comunicam padrões de experiências temporais-espaciais.

Nesse sentido, o desenho é a atividade e o produto que explicitam as inter-relações de fluxo e forma na vida mental. Ele realiza a mediação dos fluxos de processos internos e permite a objetivação de construções e operações mentais em entidades prático-materiais e perceptuais-simbólicas.

O desenho é, por um lado, o estabelecimento de limites claros definindo entidades simbólicas e materiais dentro de um campo representacional e de práticas representacionais, enquanto ao mesmo tempo enfatiza a natureza relacional de todos os processos e construções formalizadoras, de criação de significado e processos comunicativos em geral.

Desenhar é ao mesmo tempo estabelecer um limite e superá-lo, é definir os componentes positivos e negativos inter-relacionados de qualquer configuração. Desenhar é criar um limite que constitui, ao mesmo tempo,  uma interface entre domínios, territórios, modos de pensar e modos correspondentes de ser. Criar uma linha é produzir um vetor de pensamento e ação, e nesse sentido, marcar um limite já é atravessá-lo, isto é: desenhar é um processo trans-formativo; é a criação de novos caminhos, novos relacionamentos, novas configurações de conhecimento ”.

Marcelo Guimarães Lima

(da apresentação da Conferência Crossing The Line, Dubai 2011
http://crossingthelineconference.blogspot.com/2011/07/crossing-line-drawing-in-middle-east.html)

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